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Critical Techworks
02 Maio 2020
Critical Techworks à procura de seniores para construir a mobilidade do futuro
Dinheiro Vivo

A Critical Techworks precisa ainda de 160 profissionais da área tecnológica para cumprir o objetivo de fechar o ano com um quadro de mil colaboradores. A empresa, com escritórios no Porto, está especialmente interessada em recrutar perfis seniores com experiência em desenvolvimento de software para sistemas embebidos, mobilidade, produção, logística, venda e pós-venda, revela Rui Cordeiro, chief of purpose da Critical TechWorks. Apesar de todas as equipas estarem a trabalhar em modo remoto, o processo de recrutamento não pára.

A única diferença na seleção dos candidatos – por mês surgem mais de 500 interessados – é na fase de entrevistas, que agora são todas feitas remotamente. Nessa etapa, é efetuada uma avaliação técnica do profissional, mas não é isso que é determinante. Para trabalhar na Critical Techworks é importante entender que o objetivo é "construir uma empresa que não depende de ninguém em particular, mas que depende de todos, o que significa que o conhecimento individual, que é limitado, não é tão relevante quanto a sabedoria que conseguimos criar em equipa”, sublinha Rui Cordeiro.

A construção da mobilidade do futuro exige um agregar de conhecimento de múltiplos profissionais, de formas distintas de ser e estar, e de nacionalidades diferentes. A Critical Techworks, que está a participar no desenvolvimento de mais de 70 projetos para o carro do futuro, integra já 30 nacionalidades, sendo 15% dos colaboradores estrangeiros e os restantes portugueses. Como diz Rui Cordeiro, "acreditamos que as diferentes experiências de vida acarretam conhecimento diferente e formas distintas de olhar para os problemas e estaríamos a comprometer o potencial da empresa se não contratássemos internacionalmente”.

A Critical Techworks contratou recentemente 40 pessoas, que vão iniciar atividade nesta fase de confinamento devido à pandemia do novo coronavírus. Rui Cordeiro admite que o modelo de teletrabalho não causa grandes dificuldades e a produtividade não sai afetada, mas "há um conjunto de ligações e interações que o remoto não substitui”. Por exemplo, o acolhimento destes novos colaboradores é agora feito através de videoconferências e canais de comunicação interna, e com o apoio permanente das equipas para que "adquiram os conhecimentos, habilidades e comportamentos necessários para se tornarem membros eficazes” da empresa.

A dinâmica não pode parar, até porque contratam "novas pessoas semanalmente”, diz Rui Cordeiro. Há muito trabalho para fazer: projetos de automação de armazéns e linhas de produção para as fábricas da BMW, desenvolvimento de subsistemas de apoio à condução autónoma, implementação de diversas aplicações para smartphones, assistente pessoal impulsionado por inteligência artificial.

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